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Aprendizes do mundo corporativo

Equipe Serpro entrega certificados a aprendizes
“Eu tinha uma ideia diferente sobre as pessoas que trabalham em empresas: achava que eram todas muito sérias e quase nunca se falavam”, diverte-se Shayan Gonçalves, de 18 anos, que concluiu período de Aprendizagem na Regional Porto Alegre do Serpro. “Percebi que a realidade é bem diferente, mesmo em uma empresa grande como essa”, diz. “Outra coisa legal foi aprender a atender pessoas, lidar com clientes internos. Antes eu conversava com amigos, com família, mas não tinha essa experiência”, completa o jovem, que foi aprendiz na área de Operações do Serpro.
Na última sexta-feira, 22, uma equipe do Serpro Gaúcho acompanhou a formatura de 12 jovens que foram aprendizes em 2015. A cerimônia ocorreu na sede da Espro, Ensino Social Profissionalizante, empresa que intermedeia os contratos de estágio.
Para Lorena Ponso, da Gestão de Pessoas do Serpro, a empresa também aprende com os aprendizes. O Serpro, por sua vez, procura fazer da experiência uma oportunidade para que jovens saim com vivências significativas. “Temos um convênio com o Ministério da Previdência Social, por exemplo, que garante a aprendizes participar de palestra na qual passam a saber como funcionam coisas como aposentadoria e o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Recebem uma visão do sistema previdenciário, como um todo. É algo que servirá para toda vida, assim como outras experiências que vivem aqui”, completa Lorena.
“Não queria sair”
“Infelizmente, ainda existem companhias que só estão preocupadas em fechar a cota de aprendizes que precisam ter”, comenta Andrea Oliveira, consultora de Marketing e Relacionamento da Espro. “Mas, no Serpro, percebemos uma intenção verdadeira de contribuir para o crescimento de jovens que participam do programa”, declara.
Para Bianca Nunes, 18, ter sido aprendiz por um ano e oito meses foi uma experiência enriquecedora. Convivendo com a equipe jurídica da Regional Porto Alegre, Bianca destaca que aprendeu desde coisas como o vocabulário da área (“Não sabia nem o que era homologar”, diverte-se) quanto procedimentos de praxe nos processos trabalhistas.
“Pretendo cursar Direito e passar em concurso público. Por isso, esse aprendizado foi muito interessante”, destaca. A jovem era uma das mais emocionadas durante a formatura na Espro. “Foi importante para mim e sei que tem de terminar, mas, no fundo, eu não queria sair”, revelou a jovem.
Clique aqui e confira a galeria de imagens da formatura.
Comunicação Social do Serpro - 25 de janeiro de 2016