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Unificação
Centro de Prestação de Serviços integra dados de serviços de clientes

Conheça o CPS, a entrada no sistema é aberta a empregadas e empregados de todas as áreas
Assim como o Serpro está presente em várias etapas da vida de cidadãs e cidadãos, os serviços prestados pelo Centro de Dados permeiam todas as etapas de produção de um serviço, ou seja, do desenvolvimento até a entrega ao cliente.
A Superintendência de Produtos e Serviços – Centro de Dados (Supcd) é contratada para atender demandas diversas, tais como a produção dos sistemas IRPF, Siscomex, Siafi e de sistemas internos, como as soluções SGP, para gestão de pessoas, e HisAq, para aquisições de contratações, entre outros. Além da produção de serviços, a Supcd propicia a criação de ambientes via nuvem para testes de novas tecnologias e apoia as demais áreas da organização com a infraestrutura de centro de dados.
Essa característica de se inter-relacionar com as várias áreas foi levada em conta quando se pensou em renovar o Centro de Prestação de Serviços (CPS). Mais do que um mero gerenciador cartorial, o novo CPS concentra conteúdos atualizados que as unidades da empresa anteriormente não conheciam, os quais poderão ser recuperados na versão 2.0 do sistema, facilitando a gestão de informação. “Todos os dados relevantes de um sistema de qualquer área estarão disponíveis”, destaca Ariadne Silva, responsável pelo projeto, cuja versão 1.0 foi lançada em dezembro de 2015.
Todos os dados em uma única ferramenta
“Uma grande solicitação que tínhamos por parte das Unidades de Relacionamento com Clientes era a necessidade de manter atualizada a arquitetura de sua aplicação”, revela Ariadne. “Agora, esta demanda será atendida, pois as informações sobre as alterações na arquitetura da aplicação, porventura efetuadas, serão atualizadas mensalmente, para dar transparência na alocação dos recursos de centro de dados para a produção dos serviços. Assim o contratante poderá aditivar o CPS e garantir, por meio dos aditivos ao contrato, o histórico de variação da alocação dos recursos”.
Outro ganho para os clientes que utilizam o CPS se dá em termos de usabilidade de conteúdos. “É possível inserir o dado uma única vez e ele fica disponível para todos os usos posteriores”, explica Ariadne, acrescentando que a possibilidade da simulação também se tornou destaque na ferramenta. “A pessoa que contrata não precisa ter um contrato antigo. As informações cadastradas permanecem gravadas na Simulação, que pode se tornar uma Proposta de Contrato, serem convertidas em Contrato, receber aditivos e subsidiar o Distrato”.
Também foram adicionadas funcionalidades específicas para o Distrato. “Se um contratante não necessita mais da produção do serviço no Centro de Dados, ele especifica como quer que se faça o distrato. Por exemplo, ele pode solicitar todos os dados compilados em uma mídia específica, que será entregue a ele. Ou pode solicitar que seus dados sejam guardados em backup. Neste caso, será necessário um novo contrato com níveis de serviços específicos para viabilizar essa guarda. Graças ao CPS, todas as informações necessárias para a operação estarão disponíveis, otimizando o processo”, acrescenta Ariadne.
Responsável técnico
A coordenadora do projeto revela que a versão 1.1 – primeira atualização do CPS – já está em produção para atender a expectativa dos contratantes quanto à designação do responsável técnico para auxiliá-los em relação a dados do serviço. “O CPS possui informações de cunho técnico e negocial, entretanto o orquestrador no processo é o contratante. Ele tem a responsabilidade de dizer o que, como e quando quer. Somente ele tem o conhecimento dos requisitos solicitados pelo cliente”, cita Ariadne. Ela completa que, como muitas dessas informações são de cunho técnico, é fundamental que o contratante tenha apoio dos diversos segmentos técnicos da organização, uma vez que o mesmo tem perfil de negócios.
O novo sistema resolveu essa questão inserindo uma funcionalidade que permite ao contratante designar um responsável técnico. “Se sou da área de negócios, e preciso de alguém da infraestrutura, por exemplo, posso designar uma pessoa para responder parte dos dados que o CPS necessita”, conta Ariadne.
O desafio agora está em empregar o CPS como uma ferramenta dinâmica de informações que pode subsidiar os diversos segmentos da empresa, como as áreas de desenvolvimento, arquitetura de software, gestão de serviços, infraestrutura e de rede.
Comunicação Social do Serpro - 13 de abril de 2016